A Itaúsa, o fundo soberano de Cingapura GIC e a Equipav anunciaram a criação de um veículo conjunto chamado Livorno para participar da privatização da Copasa, empresa mineira de saneamento. O grupo pretende disputar cerca de 30% da empresa e já é sócio da Aegea, uma das maiores operadoras privadas de saneamento do Brasil. A privatização da Copasa será realizada pelo governo de Minas Gerais por meio de uma oferta subsequente de ações, e o investidor de referência finalista será divulgado na próxima quarta-feira, enquanto o grupo vencedor será anunciado em 1º de junho.
O interesse do setor privado pelos ativos de saneamento no Brasil é crescente, após o avanço do novo marco regulatório do setor. Segundo a Itaúsa, a privatarização da Copasa é vista como uma das operações mais relevantes do setor de infraestrutura em 2026. Analistas acompanham de perto a disputa devido ao potencial de expansão do saneamento básico no Brasil e às oportunidades abertas pelo marco regulatório do setor. O interesse de grandes grupos privados e fundos internacionais reforça a percepção de que o segmento continuará atraindo investimentos bilionários nos próximos anos. De acordo com a Itaúsa, a estrutura chamada Livorno será responsável por disputar 30% da Copasa, e a Aegea terá participação de 1% nessa estrutura, enquanto os demais sócios dividirão fatias equivalentes.
A privatização da Copasa será realizada por meio de uma oferta subsequente de ações, e o governo de Minas Gerais pretende vender pelo menos 45% do capital social da companhia. A venda prevista é de até 100% da fatia estatal, equivalente a 50,03% do capital total da Copasa. Além do consórcio formado por Itaúsa, GIC e Equipav, a Equatorial Energia também teria apresentado proposta pela Copasa. A privatização da Copasa é vista como uma das operações mais relevantes do setor de infraestrutura em 2026 e analistas estão acompanhando de perto a disputa.
A privatização da Copasa é parte de um movimento mais amplo de privatização de ativos de saneamento no Brasil. O setor está em fase de expansão e grandes grupos privados e fundos internacionais estão interessados em investir nesse mercado. O novo marco regulatório do setor criou novas oportunidades para os investidores, e a disputa da Copasa é apenas um exemplo disso.