A tenista ucraniana Elina Svitolina criticou o WTA por falta de apoio à Ucrânia durante a guerra, afirmando que a organização falhou em adotar medidas concretas de solidariedade desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022. Por outro lado, Svitolina destaca a mobilização individual de atletas e torcedores ao redor do mundo. O silêncio institucional da WTA contrasta com a atuação de entidades esportivas, como a Federação Russa de Futebol, que também anunciou apoio ao esforço de guerra do país, o que foi recebido negativamente por países aliados.
Elina Svitolina, como porta-voz dos atletas ucranianos no esporte mundial, tem sido uma voz contínua de críticas ao WTA, destacando a falta de apoio à Ucrânia desde a invasão russa em fevereiro de 2022. Ao longo do tempo, a WTA não adotou postura clara em apoio explícito à Ucrânia. Por outro lado, a entidade esportiva optou por banir temporariamente jogadores russos e bielorrussos de competirem sob as bandeiras de seus países. Além disso, a crítica de Svitolina reacende o debate sobre o papel das federações esportivas internacionais em conflitos geopolíticos.
A declaração de Svitolina foi repercutida em todo o mundo, despertando discussões sobre o papel das entidades esportivas internacionais em conflitos como o da Ucrânia. Isso reforça a importância de aprofundar o tema de como os esportes são afetados e utilizados como ferramentas para promover interesses geopolíticos. No contexto de tênis, o WTA é a principal organização feminina de tênis no mundo, com mais de 1.700 jogadoras de 90 países membros. Além disso, a WTA tem se destacado como uma das principais plataformas para promover a igualdade das mulheres no esporte. No entanto, as críticas de Svitolina destacam a necessidade de avaliar melhor a influência das organizações esportivas internacionais em questões globais, como conflitos geopolíticos. A crítica também ressalta a mobilização de atletas e torcedores ao redor do mundo, que apesar de não representar uma postura oficial, reflete uma resposta coletiva aos conflitos.