O principal nome do tênis brasileiro, João Fonseca, recentemente foi questionado sobre quem considera o maior de todos os tempos no tênis masculino. Em uma declaração direta, o tenista confirmou que Novak Djokovic é o que carrega o título de GOAT (Greatest of All Time), apesar de ser fã do seu ídolo pessoal, Roger Federer. Fonseca reconhece os números superiores do sérvio em títulos de Grand Slam e semanas no topo do ranking mundial. Essa postura do jogador reflete um entendimento técnico do esporte, onde a análise objetiva sobre desempenho histórico assume um papel importante.
A hegemonia do sérvio nas últimas décadas tem sido notória, com 24 títulos de Grand Slam. Isso o coloca acima dos 20 títulos de Federer e dos 22 de Rafael Nadal. A questão de como a admiração pessoal e a análise objetiva podem coexistir é um tema interessante. Fonseca admite que Federer moldou sua visão do tênis, graças ao estilo elegante, à precisão técnica e à postura do suíço dentro e fora das quadras. Essa admiração pessoal não interfere, porém, na análise de números e desempenho.
Um tema subjacente a essa discussão é como a inspiração e o domínio histórico podem ser tratados de maneira distinta. As gerações de tenistas mais recentes têm crescido admirando os seus ídolos, contudo, também reconhecem a importância da análise objetiva dos números e do desempenho. A admiração pessoal por Fedrer não impede que Fonseca reconheça os números superiores de Djokovic nas últimas décadas.
A disputa entre Djokovic e Federer sobre o título de maior de todos os tempos não diminui, e pode ser considerada uma das principais rivalidades do esporte nos últimos anos. Os próximos passos para Djokovic, Fedrer e os outros tenistas da elite do esporte devem ser a manutenção dos títulos e melhoras, além de novos desafios. A temporada de tenis ainda tem muito para oferecer.